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O pénis divide-se em duas partes principais: a cabeça e o corpo.

A cabeça, também chamada glande é a parte mais sensível e é protegida pelo prepúcio (que é a pele retirada pela circuncisão). Sendo a parte mais sensível é aquela que dá mais prazer, mas deve ser tocado com cuidado para evitar magoar. No geral, homens circumcisados são menos sensíveis e apreciam uma estimulação mais dura.

Os pénis variam de comprimento, de forma, de proporções. Não é incomum que tendam para um dos lados ou para cima (sobretudo quando erectos). Em média, um pénis erecto mede à volta de 13 cm.

Ereção

Quando o homem é estimulado sexualmente, o pénis passa do estado relaxado para o estado erecto: cresce e endurece. Esta passagem não é controlada conscientemente, o que pode ser fonte de situações embaraçosas.

Falando mecanicamente, a ereção é causada pela acumulação de sangue no pénis, fazendo-o aumentar de tamanho, mais ou menos como um balão que incha.

Tamanho

A média do comprimento de um pénis é de 13 cm. A maioria dos homens tem pénis entre os 12 e os 15cm. O comprimento do pénis flácido médio é, em média de 9cm. O comprimento flácido está relacionado com o comprimento em erecção, mas a correlação é moderada (R2 = 68%). Isto é, um pénis maior flácido corresponde, no geral, a um maior pénis erecto, mas existe variação.

O Tamanho Interessa?

Um bocadinho. Se for muito pequeno, então é possível que não estimule suficientemente uma mulher (ou um homem). A definição médica de micro-pénis é um pénis de comprimento inferior a 4cm. Por outro lado, com um pénis demasiado grande, a penetração pode tornar-se dolorosa. No entanto, estes casos são a excepção.

A vagina é elástica e acomoda-se a pénis de diferentes tamanhos.

Tendo dito isto, a componente de fantasia dá a algumas mulheres uma preferência a pénis maiores. No entanto, estas mulheres são uma minoria e a maioria diz que não interessa muito. Só cerca de um por cento considera o tamanho muito importante, segundo um inquérito realisado na Holanda.

Referência

Wessells H, Lue TF, McAninch JW (1996). Penile length in the flaccid and erect states: guidelines for penile augmentation. J. Urol. 156 (3): 995–7.